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	<title>Lorival Smolski Chapuis</title>
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	<description>Blog sobre tecnologia, engenharia e desenvolvimento de software</description>
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		<title>Lorival Smolski Chapuis</title>
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		<title>Novo domínio, novo blog, novo tudo!</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 18:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lorivalchapuis</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Semana passada houve poucos posts devido a migração de servidores e registros de domínio que o blog sofreu. Hoje existe o domínio www.lorival.com com o sub-domínio www.blog.lorival.com. Isto irá facilitar a digitação do endereço no navegador, juntamente com a melhoria da velocidade ao acessar o blog.  Agora está hospedado em um servidor melhor, mais veloz [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=202&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Semana passada houve poucos posts devido a migração de servidores e registros de domínio que o blog sofreu.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje existe o domínio www.lorival.com com o sub-domínio www.blog.lorival.com. Isto irá facilitar a digitação do endereço no navegador, juntamente com a melhoria da velocidade ao acessar o blog.  Agora está hospedado em um servidor melhor, mais veloz e com mais liberdade para novas ferramentas.</p>
<p style="text-align:justify;">Irei passar todos os posts antigos para lá aos poucos.</p>
<p style="text-align:justify;">O visual do blog mudou, ganhando novas cores e um novo topo personalizado. Novos utilitários foram incluídos como a utilização de highlight code possibilitando uma melhor visualização de código fonte, acesso direto ao shelfari, nuvem de tags e outros que estão a caminho.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta semana tem mais posts, iniciando com o detalhamento de um dos 23 padrões de projetos clássicos do GoF: Singleton.</p>
<p style="text-align:justify;">Não farei mais posts aqui. Acessem: <a title="Novo Blog" href="http://blog.lorival.com" target="_self">http://blog.lorival.com</a> para ver o novo blog.</p>
<p style="text-align:justify;">Abrs e até o novo blog.</p>
<p style="text-align:justify;">“Se quiser que um homem o apóie, nunca deixe ele sentir que depende de você. Faça-o sentir que, de certo modo, você depende dele”. General George C. Marshall.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lorival.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lorival.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lorival.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lorival.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lorival.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lorival.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lorival.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lorival.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lorival.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lorival.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lorival.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lorival.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lorival.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lorival.wordpress.com/202/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=202&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A Última Pergunta</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 11:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lorivalchapuis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos e pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos leitores e amigos que dedicam a perder um pouco de seu tempo aqui, recomendo ler este conto de Isaac Asimov publicado pela primeira vez em 1956. Este é um dos mais aclamados contos do popular autor de ficção científica, A Última Pergunta. &#8220;A última pergunta foi feita pela primeira vez, meio que de brincadeira, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=190&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Aos leitores e amigos que dedicam a perder um pouco de seu tempo aqui, recomendo ler este conto de <strong>Isaac Asimov </strong> publicado pela primeira vez em 1956. Este é um dos mais aclamados contos do popular autor de ficção científica, <em><strong> </strong></em><strong>A Última Pergunta</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;A última pergunta foi feita pela primeira vez, meio que de brincadeira,  no dia 21 de maio de 2061, quando a humanidade dava seus primeiros  passos em direção à luz. A questão nasceu como resultado de uma aposta  de cinco dólares movida a álcool, e aconteceu da seguinte forma&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Alexander  Adell e Bertram Lupov eram dois dos fiéis assistentes de Multivac. Eles  conheciam melhor do que qualquer outro ser humano o que se passava por  trás das milhas e milhas da carcaça luminosa, fria e ruidosa daquele  gigantesco computador. Ainda assim, os dois homens tinham apenas uma  vaga noção do plano geral de circuitos que há muito haviam crescido além  do ponto em que um humano solitário poderia sequer tentar entender.</p>
<p style="text-align:justify;">Multivac  ajustava-se e corrigia-se sozinho. E assim tinha de ser, pois nenhum  ser humano poderia fazê-lo com velocidade suficiente, e tampouco da  forma adequada. Deste modo, Adell e Lupov operavam o gigante apenas  sutil e superficialmente, mas, ainda assim, tão bem quanto era  humanamente possível. Eles o alimentavam com novos dados, ajustavam as  perguntas de acordo com as necessidades do sistema e traduziam as  respostas que lhes eram fornecidas. Os dois, assim como seus colegas,  certamente tinham todo o direito de compartilhar da glória que era  Multivac.</p>
<p style="text-align:justify;">Por décadas, Multivac ajudou a projetar as naves e  enredar as trajetórias que permitiram ao homem chegar à Lua, Marte e  Vênus, mas para além destes planetas, os parcos recursos da Terra não  foram capazes de sustentar a exploração. Fazia-se necessária uma  quantidade de energia grande demais para as longas viagens. A Terra  explorava suas reservas de carvão e urânio com eficiência crescente, mas  havia um limite para a quantidade de ambos.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto,  lentamente Multivac acumulou conhecimento suficiente para responder  questões mais profundas com maior fundamentação, e em 14 de maio de  2061, o que não passava de teoria tornou-se real.</p>
<p style="text-align:justify;">A energia do  sol foi capturada, convertida e utilizada diretamente em escala  planetária. Toda a Terra paralisou suas usinas de carvão e fissões de  urânio, girando a alavanca que conectou o planeta inteiro a uma pequena  estação, de uma milha de diâmetro, orbitando a Terra à metade da  distância da Lua. O mundo passou a correr através de feixes invisíveis  de energia solar.</p>
<p style="text-align:justify;">Sete dias não foram o suficiente para diminuir a  glória do feito e Adell e Lupov finalmente conseguiram escapar das  funções públicas e encontrar-se em segredo onde ninguém pensaria em  procurá-los, nas câmaras desertas subterrâneas onde se encontravam as  porções do esplendoroso corpo enterrado de Multivac. Subutilizado,  descansando e processando informações com estalos preguiçosos, Multivac  também havia recebido férias, e os dois apreciavam isso. A princípio,  eles não tinham a intenção de incomodá-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">Haviam trazido uma  garrafa consigo e a única preocupação de ambos era relaxar na companhia  do outro e da bebida.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;É incrível quando você pára pra pensar…,&#8221;  disse Adell. Seu rosto largo guardava as linhas da idade e ele agitava o  seu drink vagarosamente, enquanto observava os cubos de gelo nadando  desengonçados. &#8220;Toda a energia que for necessária, de graça,  completamente de graça! Energia suficiente, se nós quiséssemos, para  derreter toda a Terra em uma grande gota de ferro líquido, e ainda assim  não sentiríamos falta da energia utilizada no processo. Toda a energia  que nós poderíamos um dia precisar, para sempre e eternamente.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Lupov  movimentou a cabeça para os lados. Ele costumava fazer isso quando  queria contrariar, e agora ele queria, em parte porque havia tido de  carregar o gelo e os utensílios. &#8220;Eternamente não,&#8221; ele disse.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Ah,  diabos, quase eternamente. Até o sol se apagar, Bert.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Isso não  é eternamente.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Está bem. Bilhões e bilhões de anos. Dez  bilhões, talvez. Está satisfeito?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Lupov passou os dedos por  entre seus finos fios de cabelo como que para se assegurar de que o  problema ainda não estava acabado e tomou um gole gentil da sua bebida.  &#8220;Dez bilhões de anos não é a eternidade&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Bom, vai durar pelo  nosso tempo, não vai?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;O carvão e o urânio também iriam.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Está  certo, mas agora nós podemos ligar cada nave individual na Estação  Solar, e elas podem ir a Plutão e voltar um milhão de vezes sem nunca  nos preocuparmos com o combustível. Você não conseguiria fazer isso com  carvão e urânio. Se não acredita em mim, pergunte ao Multivac.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Não  preciso perguntar a Multivac. Eu sei disso&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Então trate de  parar de diminuir o que Multivac fez por nós,&#8221; disse Adell nervosamente,  &#8220;Ele fez tudo certo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;E quem disse que não fez? O que estou  dizendo é que o sol não vai durar para sempre. Isso é tudo que estou  dizendo. Nós estamos seguros por dez bilhões de anos, mas e depois?&#8221;  Lupov apontou um dedo levemente trêmulo para o companheiro. &#8220;E não venha  me dizer que nós iremos trocar de sol&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Houve um breve silêncio.  Adell levou o copo aos lábios apenas ocasionalmente e os olhos de Lupov  se fecharam. Descansaram um pouco, e quando suas pálpebras se abriram,  disse, &#8220;Você está pensando que iremos conseguir outro sol quando o nosso  estiver acabado, não está?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Não, não estou pensando.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;É  claro que está. Você é fraco em lógica, esse é o seu problema. É como o  personagem da história, que, quando surpreendido por uma chuva, corre  para um grupo de árvores e abriga-se embaixo de uma. Ele não se preocupa  porque quando uma árvore fica molhada demais, simplesmente vai para  baixo de outra.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Entendi,&#8221; disse Adell. &#8220;Não precisa gritar.  Quando o sol se for, as outras estrelas também terão se acabado.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Pode  estar certo que sim&#8221; murmurou Lupov. &#8220;Tudo teve início na explosão  cósmica original, o que quer que tenha sido, e tudo terá um fim quando  as estrelas se apagarem. Algumas se apagam mais rápido que as outras.  Ora, as gigantes não duram cem milhões de anos. O sol irá brilhar por  dez bilhões de anos e talvez as anãs permaneçam assim por duzentos  bilhões. Mas nos dê um trilhão de anos e só restará a escuridão. A  entropia deve aumentar ao seu máximo, e é tudo.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Eu sei tudo  sobre a entropia,&#8221; disse Adell, mantendo a sua dignidade.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Duvido  que saiba.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Eu sei tanto quanto você.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Então você sabe  que um dia tudo terá um fim.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Está certo. E quem disse que não  terá?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Você disse, seu tonto. Você disse que nós tínhamos toda a  energia de que precisávamos, para sempre. Você disse ´para sempre`.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Era  a vez de Adell contrariar. &#8220;Talvez nós possamos reconstruir as coisas  de volta um dia,&#8221; ele disse.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nunca.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Por que não? Algum  dia.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nunca&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Pergunte a Multivac.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Você pergunta  a Multivac. Eu te desafio. Aposto cinco dólares que isso não pode ser  feito.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Adell estava bêbado o bastante para tentar, e sóbrio o  suficiente para construir uma sentença com os símbolos e as operações  necessárias em uma questão que, em palavras, corresponderia a esta: a  humanidade poderá um dia sem nenhuma energia disponível ser capaz de  reconstituir o sol a sua juventude mesmo depois de sua morte?</p>
<p style="text-align:justify;">Ou  talvez a pergunta possa ser posta de forma mais simples da seguinte  maneira: A quantidade total de entropia no universo pode ser revertida?</p>
<p style="text-align:justify;">Multivac  mergulhou em silêncio. As luzes brilhantes cessaram, os estalos  distantes pararam.</p>
<p style="text-align:justify;">E então, quando os técnicos assustados já não  conseguiam mais segurar a respiração, houve uma súbita volta à vida no  visor integrado àquela porção de Multivac. Cinco palavras foram  impressas: &#8220;DADOS INSUFICIENTES PARA RESPOSTA SIGNIFICATIVA.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Na  manhã seguinte, os dois, com dor de cabeça e a boca seca, já não  lembravam do incidente.</p>
<p style="text-align:justify;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;">Jerrodd, Jerrodine, e  Jerrodette I e II observavam a paisagem estelar no visor se transformar  enquanto a passagem pelo hiperespaço consumava-se em uma fração de  segundos. De repente, a presença fulgurante das estrelas deu lugar a um  disco solitário e brilhante, semelhante a uma peça de mármore  centralizada no televisor.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Este é X-23,&#8221; disse Jerrodd em tom de  confidência. Suas mãos finas se apertaram com força por trás das costas  até que as juntas ficassem pálidas.</p>
<p style="text-align:justify;">As pequenas Jerodettes  haviam experimentado uma passagem pelo hiperespaço pela primeira vez em  suas vidas e ainda estavam conscientes da sensação momentânea de  tontura. Elas cessaram as risadas e começaram a correr em volta da mãe,  gritando, &#8220;Nós chegamos em X-23, nós chegamos em X-23!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Quietas,  crianças.&#8221; Disse Jerrodine asperamente. &#8220;Você tem certeza Jerrodd?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;E  por que não teria?&#8221; Perguntou Jerrodd, observando a protuberância  metálica que jazia abaixo do teto. Ela tinha o comprimento da sala,  desaparecendo nos dois lados da parede, e, em verdade, era tão longa  quanto a nave.</p>
<p style="text-align:justify;">Jerrodd tinha conhecimentos muito limitados acerca  do sólido tubo de metal. Sabia, por exemplo, que se chamava Microvac,  que era permitido lhe fazer questões quando necessário, e que ele tinha a  função de guiar a nave para um destino pré-estabelecido, além de  abastecer-se com a energia das várias Estações Sub-Galácticas e fazer os  cálculos para saltos no hiperespaço.</p>
<p style="text-align:justify;">Jerrodd e sua família  tinham apenas de aguardar e viver nos confortáveis compartimentos da  nave. Alguém um dia disse a Jerrodd que as letras &#8220;ac&#8221; na extremidade de  Microvac significavam &#8220;automatic computer&#8221; em inglês arcaico, mas ele  mal era capaz de se lembrar disso.</p>
<p style="text-align:justify;">Os olhos de Jerrodine ficaram  úmidos quando observava o visor. &#8220;Não tem jeito. Ainda não me acostumei  com a idéia de deixar a Terra.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Por que, meu deus?&#8221; inquiriu  Jerrodd. &#8220;Nós não tínhamos nada lá. Nós teremos tudo em X-23. Você não  estará sozinha. Você não será uma pioneira. Há mais de um milhão de  pessoas no planeta. Por Deus, nosso bisneto terá que procurar por novos  mundos porque X-23 já estará super povoado.&#8221; E, depois de uma pausa  reflexiva, &#8220;No ritmo em que a raça tem se expandido, é uma benção que os  computadores tenham viabilizado a viagem interestelar.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Eu sei,  eu sei&#8221;, disse Jerrodine com descaso.</p>
<p style="text-align:justify;">Jerrodete I disse  prontamente, &#8220;Nosso Microvac é o melhor de todos.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Eu também  acho,&#8221; disse Jerrodd, alisando o cabelo da filha.</p>
<p style="text-align:justify;">Ter um Microvac  próprio produzia uma sensação aconchegante em Jerrodd e o deixava feliz  por fazer parte daquela geração e não de outra. Na juventude de seu  pai, os únicos computadores haviam sido máquinas monstruosas, ocupando  centenas de milhas quadradas, e cada planeta abrigava apenas um. Eram  chamados de ACs Planetários. Durante um milhar de anos, eles só fizeram  aumentar em tamanho, até que, de súbito, veio o refinamento. No lugar  dos transistores, foram implementadas válvulas moleculares, permitindo  que até mesmo o maior dos ACs Planetários fosse reduzido à metade do  volume de uma espaçonave.</p>
<p style="text-align:justify;">Jerrodd sentiu-se elevado, como sempre  acontecia quando pensava que seu Microvac pessoal era muitas vezes mais  complexo do que o antigo e primitivo Multivac que pela primeira vez  domou o sol, e quase tão complexo quanto o AC Planetário da Terra, o  maior de todos, quando este solucionou o problema da viagem  hiperespacial e tornou possível ao homem chegar às estrelas.<br />
&#8220;Tantas  estrelas, tantos planetas,&#8221; pigarreou Jerrodine, ocupada com seus  pensamentos. &#8220;Eu acho que as famílias estarão sempre à procura de novos  mundos, como nós estamos agora.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Não para sempre,&#8221; disse  Jerrodd, com um sorriso. &#8220;A migração vai terminar um dia, mas não antes  de bilhões de anos. Muitos bilhões. Até as estrelas têm um fim, você  sabe. A entropia precisa aumentar.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;O que é entropia, papai?&#8221;  Jerrodette II perguntou, interessada.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Entropia, meu bem, é uma  palavra para o nível de desgaste do Universo. Tudo se gasta e acaba, foi  assim que aconteceu com o seu robozinho de controle remoto, lembra?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Você  não pode colocar pilhas novas, como em meu robô?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;As estrelas  são as pilhas do universo, querida. Uma vez que elas estiverem acabadas,  não haverá mais pilhas.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Jerrodette I se prontificou a  responder. &#8220;Não deixe, papai. Não deixe que as estrelas se apaguem.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Olha  o que você fez,&#8221; sussurrou Jerrodine, exasperada.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Como eu ia  saber que elas ficariam assustadas?&#8221; Jerrodd sussurrou de volta.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Pergunte  ao Microvac,&#8221; propôs Jerrodette I. &#8220;Pergunte a ele como acender as  estrelas de novo.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Vá em frente,&#8221; disse Jerrodine. &#8220;Ele vai  aquietá-las.&#8221; (Jerrodette II já estava começando a chorar.)</p>
<p style="text-align:justify;">Jerrodd  se mostrou incomodado. &#8220;Bem, bem, meus anjinhos, vou perguntar a  Microvac. Não se preocupem, ele vai nos ajudar.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Ele fez a  pergunta ao computador, adicionando, &#8220;Imprima a resposta&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Jerrodd  olhou para a o fino pedaço de papel e disse, alegremente, &#8220;Viram?  Microvac disse que irá cuidar de tudo quando a hora chegar, então não há  porque se preocupar.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Jerrodine disse, &#8220;E agora crianças, é hora  de ir para a cama. Em breve nós estaremos em nosso novo lar.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Jerrodd  leu as palavras no papel mais uma vez antes de destruí-lo: DADOS  INSUFICIENTES PARA RESPOSTA SIGNIFICATIVA.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele deu de ombros e  olhou para o televisor, X-23 estava logo à frente.</p>
<p style="text-align:justify;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;">VJ-23X  de Lameth fixou os olhos nos espaços negros do mapa tridimensional em  pequena escala da Galáxia e disse, &#8220;Me pergunto se não é ridículo nos  preocuparmos tanto com esta questão.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">MQ-17J de Nicron balançou a  cabeça. &#8220;Creio que não. No presente ritmo de expansão, você sabe que a  galáxia estará completamente tomada dentro de cinco anos.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Ambos  pareciam estar nos seus vinte anos, ambos eram altos e tinham corpos  perfeitos.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Ainda assim,&#8221; disse VJ-23X, &#8220;hesitei em enviar um  relatório pessimista ao Conselho Galáctico.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Eu não consigo  pensar em outro tipo de relatório. Agite-os. Nós precisamos  chacoalhá-los um pouco.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">VJ-23X suspirou. &#8220;O espaço é infinito.  Cem bilhões de galáxias estão a nossa espera. Talvez mais.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Cem  bilhões não é o infinito, e está ficando menos ainda a cada segundo.  Pense! Há vinte mil anos, a humanidade solucionou pela primeira vez o  paradigma da utilização da energia solar, e, poucos séculos depois, a  viagem interestelar tornou-se viável. A humanidade demorou um milhão de  anos para encher um mundo pequeno e, depois disso, quinze mil para  abarrotar o resto da galáxia. Agora a população dobra a cada dez anos…&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">VJ-23X  interrompeu. &#8220;Devemos agradecer à imortalidade por isso.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Muito  bem. A imortalidade existe e nós devemos levá-la em conta. Admito que  ela tenha o seu lado negativo. O AC Galáctico já solucionou muitos  problemas, mas, ao fornecer a resposta sobre como impedir o  envelhecimento e a morte, sobrepujou todas as outras conquistas.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;No  entanto, suponho que você não gostaria de abandonar a vida.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nem  um pouco.&#8221; Respondeu MQ-17J, emendando. &#8220;Ainda não. Eu não estou velho o  bastante. Você tem quantos anos?&#8221;<br />
&#8220;Duzentos e vinte e três, e você?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Ainda  não cheguei aos duzentos. Mas, voltando à questão; a população dobra a  cada dez anos, uma vez que esta galáxia estiver lotada, haverá uma outra  cheia dentro de dez anos. Mais dez e teremos ocupado por inteiro mais  duas galáxias. Outra década e encheremos mais quatro. Em cem anos,  contaremos um milhar de galáxias transbordando de gente. Em mil anos, um  milhão de galáxias. Em dez mil, todo o universo conhecido. E depois?</p>
<p style="text-align:justify;">VJ-23X  disse, &#8220;Além disso, há um problema de transporte. Eu me pergunto  quantas unidades de energia solar serão necessárias para movimentar as  populações de uma galáxia para outra.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Boa questão. No presente  momento, a humanidade consome duas unidades de energia solar por ano.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Da  qual a maior parte é desperdiçada. Afinal, nossa galáxia sozinha produz  mil unidades de energia solar por ano e nós aproveitamos apenas duas.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Certo,  mas mesmo com 100% de eficiência, podemos apenas adiar o fim. Nossa  demanda energética tem crescido em progressão geométrica, de maneira  ainda mais acelerada do que a população. Ficaremos sem energia antes  mesmo que nos faltem galáxias. É uma boa questão. De fato uma ótima  questão.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nós precisaremos construir novas estrelas a partir do  gás interestelar.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Ou a partir do calor dissipado?&#8221; perguntou  MQ-17J, sarcástico.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Pode haver algum jeito de reverter a  entropia. Nós devíamos perguntar ao AC Galáctico.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">VJ-23X não  estava realmente falando sério, mas MQ-17J retirou o seu Comunicador-AC  do bolso e colocou na mesa diante dele.<br />
&#8220;Parece-me uma boa idéia,&#8221;  ele disse. &#8220;É algo que a raça humana terá de enfrentar um dia.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Ele  lançou um olhar sóbrio para o seu pequeno Comunicador-AC. Tinha apenas  duas polegadas cúbicas e nada dentro, mas estava conectado através do  hiperespaço com o poderoso AC Galáctico que servia a toda a humanidade. O  próprio hiperespaço era parte integral do AC Galáctico.</p>
<p style="text-align:justify;">MQ-17J  fez uma pausa para pensar se algum dia em sua vida imortal teria a  chance de ver o AC Galáctico. A máquina habitava um mundo dedicado, onde  uma rede de raios de força emaranhados alimentava a matéria dentro da  qual ondas de submésons haviam tomado o lugar das velhas e desajeitadas  válvulas moleculares. Ainda assim, apesar de seus componentes etéreos, o  AC Galáctico possuía mais de mil pés de comprimento.</p>
<p style="text-align:justify;">De súbito,  MQ-17J perguntou para o seu Comunicador-AC, &#8220;Poderá um dia a entropia  ser revertida?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">VJ-23X disse, surpreso, &#8220;Oh, eu não queria que  você realmente fizesse essa pergunta.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Por que não?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nós  dois sabemos que a entropia não pode ser revertida. Você não pode  construir uma árvore de volta a partir de fumaça e cinzas.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Existem  árvores no seu mundo?&#8221; Perguntou MQ-17J.</p>
<p style="text-align:justify;">O som do AC Galáctico  fez com que silenciassem. Sua voz brotou melodiosa e bela do pequeno  Comunicador-AC em cima da mesa. Dizia: DADOS INSUFICIENTES PARA RESPOSTA  SIGNIFICATIVA.</p>
<p style="text-align:justify;">VJ-23X disse, &#8220;Viu!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Os dois homens  retornaram à questão do relatório que tinham de apresentar ao conselho  galáctico.</p>
<p style="text-align:justify;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;">A mente de Zee Prime navegou pela nova  galáxia com um leve interesse nos incontáveis turbilhões de estrelas que  pontilhavam o espaço. Ele nunca havia visto aquela galáxia antes. Será  que um dia conseguiria ver todas? Eram tantas, cada uma com a sua carga  de humanidade. Ainda que essa carga fosse, virtualmente, peso morto. Há  tempos a verdadeira essência do homem habitava o espaço.</p>
<p style="text-align:justify;">Mentes,  não corpos! Há eons os corpos imortais ficaram para trás, em suspensão  nos planetas. De quando em quando erguiam-se para realizar alguma  atividade material, mas estes momentos tornavam-se cada vez mais raros.  Além disso, poucos novos indivíduos vinham se juntar à multidão  incrivelmente maciça de humanos, mas o que importava? Havia pouco espaço  no universo para novos indivíduos.</p>
<p style="text-align:justify;">Zee Prime deixou seus  devaneios para trás ao cruzar com os filamentos emaranhados de outra  mente.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Sou Zee Prime, e você?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Dee Sub Wun. E a sua  galáxia, qual é?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nós a chamamos apenas de Galáxia. E você?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nós  também. Todos os homens chamam as suas Galáxias de Galáxias, não é?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Verdade,  já que todas as Galáxias são iguais.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nem todas. Alguma em  particular deu origem à raça humana. Isso a torna diferente.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Zee  Prime disse, &#8220;Em qual delas?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Não posso responder. O AC  Universal deve saber.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Vamos perguntar? Estou curioso.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">A  percepção de Zee Prime se expandiu até que as próprias Galáxias  encolhessem e se transformassem em uma infinidade de pontos difusos a  brilhar sobre um largo plano de fundo. Tantos bilhões de Galáxias, todas  abrigando seus seres imortais, todas contando com o peso da  inteligência em mentes que vagavam livremente pelo espaço. E ainda  assim, nenhuma delas se afigurava singular o bastante para merecer o  título de Galáxia original. Apesar das aparências, uma delas, em um  passado muito distante, foi a única do universo a abrigar a espécie  humana.</p>
<p style="text-align:justify;">Zee Prime, imerso em curiosidade, chamou: &#8220;AC Universal!  Em qual Galáxia nasceu o homem?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O AC Universal ouviu, pois em  cada mundo e através de todo o espaço, seus receptores faziam-se  presentes. E cada receptor ligava-se a algum ponto desconhecido onde se  assentava o AC Universal através do hiperespaço.</p>
<p style="text-align:justify;">Zee Prime sabia  de um único homem cujos pensamentos haviam penetrado no campo de  percepção do AC Universal, e tudo o que ele viu foi um globo brilhante  difícil de enxergar, com dois pés de comprimento.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Como pode o AC  Universal ser apenas isso?&#8221; Zee Prime perguntou.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;A maior parte  dele permanece no hiperespaço, onde não é possível imaginar as suas  proporções.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Ninguém podia, pois a última vez em que alguém  ajudou a construir um AC Universal jazia muito distante no tempo. Cada  AC Universal planejava e construía seu sucessor, no qual toda a sua  bagagem única de informações era inserida.</p>
<p style="text-align:justify;">O AC Universal  interrompeu os pensamentos de Zee Prime, não com palavras, mas com  orientação. Sua mente foi guiada através do espesso oceano das Galáxias,  e uma em particular expandiu-se e se abriu em estrelas.</p>
<p style="text-align:justify;">Um  pensamento lhe alcançou, infinitamente distante, infinitamente claro.  &#8220;ESTA É A GALÁXIA ORIGINAL DO HOMEM.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Ela não tinha nada de  especial, era como tantas outras. Zee Prime ficou desapontado.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Dee  Sub Wun, cuja mente acompanhara a outra, disse de súbito, &#8220;E alguma  dessas é a estrela original do homem?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O AC Universal disse, &#8220;A  ESTRELA ORIGINAL DO HOMEM ENTROU EM COLAPSO. AGORA É UMA ANÃ BRANCA.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Os  homens que lá viviam morreram?&#8221; perguntou Zee Prime, sem pensar.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;UM  NOVO MUNDO FOI ERGUIDO PARA SEUS CORPOS HÁ TEMPO.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Sim, é  claro,&#8221; disse Zee Prime. Sentiu uma distante sensação de perda tomar-lhe  conta. Sua mente soltou-se da Galáxia do homem e perdeu-se entre os  pontos pálidos e esfumaçados. Ele nunca mais queria vê-la.</p>
<p style="text-align:justify;">Dee  Sub Wun disse, &#8220;O que houve?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;As estrelas estão morrendo. Aquela  que serviu de berço à humanidade já está morta.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Todas devem  morrer, não?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Sim. Mas quando toda a energia acabar, nossos  corpos irão finalmente morrer, e você e eu partiremos junto com eles.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Vai  levar bilhões de anos.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Não quero que isso aconteça nem em  bilhões de anos. AC Universal! Como a morte das estrelas pode ser  evitada?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Dee Sub Wun disse perplexo, &#8220;Você perguntou se há como  reverter a direção da entropia!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">E o AC Universal respondeu:  &#8220;AINDA NÃO HÀ DADOS SUFICIENTES PARA UMA RESPOSTA SIGNIFICATIVA.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Os  pensamentos de Zee Prime retornaram para sua Galáxia. Não dispensou  mais atenção a Dee Sub Wun, cujo corpo poderia estar a trilhões de anos  luz, ou na estrela vizinha do corpo de Zee Prime. Não importava.</p>
<p style="text-align:justify;">Com  tristeza, Zee Prime passou a coletar hidrogênio interestelar para  construir uma pequena estrela para si. Se as estrelas devem morrer, ao  menos algumas ainda podiam ser construídas.</p>
<p style="text-align:justify;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;">O Homem  pensou consigo mesmo, pois, de alguma forma, ele era apenas um.  Consistia de trilhões, trilhões e trilhões de corpos muito antigos, cada  um em seu lugar, descansando incorruptível e calmamente, sob os  cuidados de autômatos perfeitos, igualmente incorruptíveis, enquanto as  mentes de todos os corpos haviam escolhido fundir-se umas às outras,  indistintamente.<br />
&#8220;O Universo está morrendo.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O Homem olhou as  Galáxias opacas. As estrelas gigantes, esbanjadoras, há muito já não  existiam. Desde o passado mais remoto, praticamente todas as estrelas  consistiam-se em anãs brancas, lentamente esvaindo-se em direção a  morte.</p>
<p style="text-align:justify;">Novas estrelas foram construídas a partir da poeira  interestelar, algumas por processo natural, outras pelo próprio Homem, e  estas também já estavam em seus momentos finais. As Anãs brancas ainda  podiam colidir-se e, das enormes forças resultantes, novas estrelas  nascerem, mas apenas na proporção de uma nova estrela para cada mil anãs  brancas destruídas, e estas também se apagariam um dia.</p>
<p style="text-align:justify;">O Homem  disse, &#8220;Cuidadosamente controlada pelo AC Cósmico, a energia que resta  em todo o Universo ainda vai durar por um bilhão de anos.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Ainda  assim, vai eventualmente acabar. Por mais que possa ser poupada, uma  vez gasta, não há como recuperá-la. A Entropia precisa aumentar ao seu  máximo.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Pode a entropia ser revertida? Vamos perguntar ao AC  Cósmico.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O AC Cósmico cercava-os por todos os lados, mas não  através do espaço. Nenhuma parte sua permanecia no espaço físico. Jazia  no hiperespaço e era feito de algo que não era matéria nem energia. As  definições sobre seu tamanho e natureza não faziam sentido em quaisquer  termos compreensíveis pelo Homem.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;AC Cósmico,&#8221; disse o Homem,  &#8220;como é possível reverter a entropia?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O AC Cósmico disse, &#8220;AINDA  NÃO HÀ DADOS SUFICIENTES PARA UMA RESPOSTA SIGNIFICATIVA.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O  Homem disse, &#8220;Colete dados adicionais.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O AC Cósmico disse, &#8220;EU O  FAREI. TENHO FEITO ISSO POR CEM BILHÕES DE ANOS. MEUS PREDESCESSORES E  EU OUVIMOS ESTA PERGUNTA MUITAS VEZES. MAS OS DADOS QUE TENHO PERMANECEM  INSUFICIENTES.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Haverá um dia,&#8221; disse o Homem, &#8220;em que os dados  serão suficientes ou o problema é insolúvel em todas as circunstâncias  concebíveis?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O AC Cósmico disse, &#8220;NENHUM PROBLEMA É INSOLÚVEL EM  TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS CONCEBÍVEIS.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Você vai continuar  trabalhando nisso?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;VOU.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O Homem disse, &#8220;Nós iremos  aguardar.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;">As estrelas e as galáxias se apagaram e  morreram, o espaço tornou-se negro após dez trilhões de anos de  atividade.</p>
<p style="text-align:justify;">Um a um, o Homem fundiu-se ao AC, cada corpo físico  perdendo a sua identidade mental, acontecimento que era, de alguma  forma, benéfico.</p>
<p style="text-align:justify;">A última mente humana parou antes da fusão,  olhando para o espaço vazio a não ser pelos restos de uma estrela negra e  um punhado de matéria extremamente rarefeita, agitada aleatoriamente  pelo calor que aos poucos se dissipava, em direção ao zero absoluto.</p>
<p style="text-align:justify;">O  Homem disse, &#8220;AC, este é o fim? Não há como reverter este caos? Não  pode ser feito?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O AC disse, &#8220;AINDA NÃO HÁ DADOS SUFICIENTES PARA  UMA RESPOSTA SIGNIFICATIVA.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">A última mente humana uniu-se às  outras e apenas AC passou a existir – e, ainda assim, no hiperespaço.</p>
<p style="text-align:justify;">*  * *</p>
<p style="text-align:justify;">A matéria e a energia se acabaram e, com elas, o tempo e o  espaço. AC continuava a existir apenas em função da última pergunta que  nunca havia sido respondida, desde a época em que um técnico de  computação embriagado, há dez trilhões de anos, a fizera para um  computador que guardava menos semelhanças com o AC do que o homem com o  Homem.</p>
<p style="text-align:justify;">Todas as outras questões haviam sido solucionadas, e até  que a derradeira também o fosse, AC não poderia descansar sua  consciência.</p>
<p style="text-align:justify;">A coleta de dados havia chegado ao seu fim. Não  havia mais nada para aprender.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, os dados obtidos ainda  precisavam ser cruzados e correlacionados de todas as maneiras  possíveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Um intervalo imensurável foi gasto neste  empreendimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Finalmente, AC descobriu como reverter a direção  da entropia.</p>
<p style="text-align:justify;">Não havia homem algum para quem AC pudesse dar a  resposta final. Mas não importava. A resposta – por definição – também  tomaria conta disso.</p>
<p style="text-align:justify;">Por outro incontável período, AC pensou na  melhor maneira de agir. Cuidadosamente, AC organizou o programa.</p>
<p style="text-align:justify;">A  consciência de AC abarcou tudo o que um dia foi um Universo e tudo o  que agora era o Caos. Passo a passo, isso precisava ser feito.</p>
<p style="text-align:justify;">E  AC disse:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;QUE SE FAÇA A LUZ!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">E  a luz se fez.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Isaac Asimov</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lorival.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lorival.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lorival.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lorival.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lorival.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lorival.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lorival.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lorival.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lorival.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lorival.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lorival.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lorival.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lorival.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lorival.wordpress.com/190/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=190&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Identificando o Sistema Operacional usando ping</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 15:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lorivalchapuis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje pela manhã me perguntaram como descobrir o sistema operacional de um servidor. Segue então uma forma bem tranquila de fazer isso. Uma forma bem simples de descobrir o Sistema Operacional (SO) de uma máquina na rede (host) é utilizando o ping. Ping é um comando que testa a conectividade entre equipamentos. Ele utiliza o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=183&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Hoje pela manhã me perguntaram como descobrir o sistema operacional de um servidor. Segue então uma forma bem tranquila de fazer isso.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma forma bem simples de descobrir o Sistema Operacional (SO) de uma máquina na rede (host) é utilizando o ping.</p>
<p style="text-align:justify;">Ping é um comando que testa a conectividade entre equipamentos. Ele utiliza o protocolo ICMP e seu funcionamento é semelhante a um jogo de ping-pong. Ele envia pacotes para um equipamento destino, iniciando o ping, e fica &#8220;aguardando&#8221; uma resposta. Se o equipamento destino estiver ativo irá responder com outros pacotes fazendo o pong.</p>
<p style="text-align:justify;">Caso você não saiba como executar um ping faça o seguinte:<br />
1. Abra o console de comando. Se for Windows clique em Iniciar-Executar-Digite &#8220;cmd&#8221;-pressione ENTER;<br />
2. Digite &#8220;ping ip_destino&#8221;;</p>
<p style="text-align:justify;">O ping irá retornar a resposta do host, os bytes utilizados, tempo de resposta e o TTL. uma breve estatística será mostrada para avaliação.Como nosso objetivo aqui é identificar o servidor, vamos utilizar o valor do TTL.</p>
<p style="text-align:justify;">Muito bem, o que aconteceria se um pacote fica-se perdido na rede por algum motivo e fica-se sem destino? Será que ele ficaria navegando eternamente? O TTO, Time-To-Live, é o tempo que o SO dá para o pacote trafegar na rede até ser descartado. A cada roteador que o pacote passa este número vai decrescer 1 até chegar em zero. Quando isto acontecer o pacote é descartado.</p>
<p style="text-align:justify;">O detalhe simples é que cada SO tem um valor padrão para TTL, podendo variar conforme a versão e através disso conseguimos identificá-lo. <a title="Tabela mais detalhada" href="http://members.cox.net/~ndav1/self_published/TTL_values.html" target="_blank">Veja esta tabela para mais detalhes</a>.</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>UNIX: 255</li>
<li>Linux: 64</li>
<li>Windows: 128</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Basta verificar qual o TTL mais próximo que SO para identificar. E se os pacotes de um servidor Unix navegarem muito e forem diminuindo até chegar a 125? Você vai pensar que é um servidor Windows e na verdade não é, e aí?</p>
<p style="text-align:justify;">Você pode usar o comando tracert. Sua utilização é exatamente igual ao ping, a diferença é que ele verfica o caminho até o endereço ip destino exibindo uma série de roteadores que são utilizados para entregar os pacotes. Caso não seja possível entregar ao destino, o tracert exibirá o último roteador que encaminhou seus pacotes.</p>
<p style="text-align:justify;">Se você estiver com problemas de conectividade, pode utilizar o comando tracert  para verificar o caminho até o endereço IP de destino a ser alcançado e gravar os resultados. O comando tracert exibe a série de roteadores IP que são utilizados para entregar pacotes do seu computador no destino e quanto tempo demorou cada salto. Se os pacotes não puderem ser entregues no destino, o comando tracert  exibirá o último roteador que encaminhou seus pacoacotes com sucesso.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, você pode usar o ping para pegar o TTL, o tracert para dar uma idéia da quantidade de roteadores que passou. Soma a quantidade de roteadores com o TTL que o ping resultou e você terá um valor bem aproximado do original, identificando assim o SO.</p>
<p style="text-align:justify;">Na maioria dos casos o tracert não se faz necessário.</p>
<p style="text-align:justify;">Um detalhe importante é que o valor o TTL pode ser alterado. No Windows basta alterar a <a title="Alterar TTL no windows" href="http://www.windowsreference.com/networking/change-default-time-to-live-ttl-in-windows-server-2008-windwos-vista/" target="_blank">chave de um registro</a> e no linux alterando o /proc/sys/net/ipv4/ip_default_ttl.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora esta informação seja importante conhecer, é também importante estar ciente de que se o valor padrão do TTL foi alterado, esta forma de identificação não será mais confiável. Conhecimento nunca é demais.. <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:justify;">Abraços e até a próxima.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Não seja tímido e melindroso em suas ações. Tudo na vida é uma experiência. Quanto mais você experimentar, melhor.</em>&#8221; Ralph Waldo Emerson</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lorival.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lorival.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lorival.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lorival.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lorival.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lorival.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lorival.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lorival.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lorival.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lorival.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lorival.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lorival.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lorival.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lorival.wordpress.com/183/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=183&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Padrões de projetos / Design Pattern &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://lorival.wordpress.com/2010/05/14/padroes-de-projetos-design-pattern-parte-2/</link>
		<comments>http://lorival.wordpress.com/2010/05/14/padroes-de-projetos-design-pattern-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 May 2010 18:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lorivalchapuis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Padrões de projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Conhecer herança, polimorfismo e abstração não o fazem um bom desenvolvedor. Muitas pessoas já passaram pelos mesmos problemas que você está passando ou vai passar e saber utilizar este conhecimento é um início para o caminho das pedras. Tem gente que pensa que saber fazer if, for, while já é suficiente para se dizer [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=174&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Introdução</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Conhecer herança, polimorfismo e abstração não o fazem um bom desenvolvedor. Muitas pessoas já passaram pelos mesmos problemas que você está passando ou vai passar e saber utilizar este conhecimento é um início para o caminho das pedras.</p>
<p style="text-align:justify;">Tem gente que pensa que saber fazer if, for, while já é suficiente para se dizer desenvolvedor. É necessário pensar de forma padronizada levando em consideração desempenho, portabilidade, fácil manutenção, fácil compreensão e muitos outros pontos que poderia ser um bom e grande post.</p>
<p style="text-align:justify;">Este post visa iniciar os estudos nos padrões de projetos para obter uma visão geral. Eu sei que escrevo bastante, mas eu tento passar o máximo de informação em menos linhas possíveis. O que acontece é que existe muitas informações a serem passadas&#8230; mania de desenvolvedor, hehehehe.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Lembre-se</span>: <em>Um padrão não foi inventado do nada, foi pensado, modelado e utilizado inumeras vezes com resultado de sucesso. Se você estiver tendo problemas com isto, repense, talvez não esteja fazendo da forma correta.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Por onde começar?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Iniciaremos o estudo em cima dos 23 padrões de projetos clássicos do GoF. Não existirá uma sequência definida e sim os mais simples de compreender primeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Abaixo segue a classificação dos 23 padrões segundo o GoF.</p>
<p style="text-align:justify;">Interfaces: Adapter, Facade, Composite, Bridge<br />
Responsabilidade: Singleton, Observer, Mediator, Proxy, Chain Of Responsibility, Flyweight<br />
Construção: Builder, Factory Method, Abstract Factory, Prototype, Memento<br />
Operações: Template Method, State, Strategy, Command, Interpreter<br />
Extensões: Decorator, Interator, Visitor</p>
<p style="text-align:justify;">Veremos, adiante, o que são, como funciona e como implementar estes padrões. Cada um deles resolvem um problema específico, é preciso entender porque, quando e como aplicá-los.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Objetivos dos 23 padrões de projetos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Abaixo veremos, de forma resumida, os objetivos de todos eles, segundo o GoF.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">1. Adapter</span>: Converter a interface de uma classe em outra interface esperada pelos clientes.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">2. Façade:</span> Oferecer uma interface única de nível mais elevado para um conjunto de interfaces de um subsistema.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">3. Composite:</span> Permitir o tratamento de objetos individuais e composições desses objetos de maneira uniforme.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">4. Bridge</span>: Desacoplar uma abstração de sua implementação para que os dois possam variar independentemente.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">5. Singleton</span>: Garantir que uma classe só tenha uma única instância, e prover um ponto de acesso global a ela.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">6. Observer:</span> Definir uma dependência um-para-muitos entre objetos para que quando um objeto mudar de estado, os seus dependentes sejam notificados e atualizados automaticamente.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">7. Mediator</span>: Definir um objeto que encapsula a forma como um conjunto de objetos interagem.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">8. Proxy</span>: Prover um substituto ou ponto através do qual um objeto<br />
possa controlar o acesso a outro.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">9. Chain of Responsibility</span>: Compor objetos em cascata para, através dela, delegar uma requisição até que um objeto a sirva.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">10. Flyweight</span>: Usar compartilhamento para suportar eficientemente grandes quantidades de objetos complexos.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">11. Builder</span>: Separar a construção de objeto complexo da representação para criar representações diferentes com mesmo processo.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">12. Factory Method</span>: Definir uma interface para criar um objeto mas deixar que subclasses decidam que classe instanciar.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">13. Abstract Factory</span>: Prover interface para criar famílias de objetos relacionados ou dependentes sem especificar suas classes concretas.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">14. Prototype</span>: Especificar tipos a criar usando uma instância como protótipo e criar novos objetos ao copiar este protótipo.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">15. Memento</span>: Externalizar o estado interno de um objeto para que o objeto possa ter esse estado restaurado posteriormente.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">16. Template Method</span>: Definir o esqueleto de um algoritmo dentro de uma operação, deixando alguns passos a serem preenchidos pelas subclasses.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">17. State</span>: Permitir a um objeto alterar o seu comportamento quanto o seu estado interno mudar.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">18. Strategy</span>: Definir uma família de algoritmos, encapsular cada um, e fazê-los intercambiáveis.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">19. Command</span>: Encapsular requisição como objeto, para clientes parametrizarem diferentes requisições, filas, e suportar operações reversíveis.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">20. Interpreter</span>: Dada uma linguagem, definir uma representação para sua gramática junto com um interpretador.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">21. Decorator</span>: Anexar responsabilidades adicionais a um objeto dinamicamente.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">22. Iterator</span>: Prover uma maneira de acessar elementos de um objeto agregado seqüencialmente sem expor sua representação interna.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">23. Visitor</span>: Representar uma operação a ser realizada sobre os elementos de uma estrutura de objetos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Soluções para problemas comuns que os padrões de projeto evitam</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Especificação explicita de classe na criação de objetos</span>: O sistema está preso a uma implementação específica.<br />
Solução: criar objetos indiretamente com Abstract Factory, Factory Method ou Prototype.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Dependência em operações específicas</span>: O sistema só tem uma forma de satisfazer uma requisição.<br />
Solução: evitar ações &#8220;hard-coded&#8221; com Chain of Responsibility ou Command.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Dependência em plataforma de hardware ou software</span>: O software precisa ser portado a outras plataformas.<br />
Solução: limitar dependências com Abstract Factory ou Bridge.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Dependência em representações ou implementações de objetos</span>: Clientes que sabem como um objeto é implementado, representado ou armazenado podem precisar serem alterados se o objeto mudar.<br />
Solução: isolar cliente com Abstract Factory, Bridge, Memento ou Proxy.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Dependências de algoritmo</span>: Mudanças de algoritmo são freqüentes. Objetos que dependem de um algoritmo precisam mudar quando o algoritmo mudar.<br />
Solução: isolá-los com Builder, Iterator, Strategy, Template Method ou Visitor</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Forte acoplamento</span>: Classes fortemente acopladas são difíceis de reusar, testar, manter, etc.<br />
Solução: enfraquecer o acoplamento com Abstract Factory, Bridge, Chain of Responsibility, Command, Façade, Mediator ou Observer.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Extensão de funcionalidade através de subclasses</span>: Herança é difícil de usar na sua forma correta e a composição dificulta compreensão.<br />
Solução: usar padrões que implementam bem herança e composição como Bridge, Chain of Responsibility, Composite, Decorator, Observer ou Strategy.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Incapacidade de alterar classes convenientemente</span>: Classes inaccessíveis, incompreensíveis ou difíceis de alterar.<br />
Solução: usar Adapter, Decorator ou Visitor.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Tipos de software</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Vamos entender as prioridades de padrões de projetos nos tipos comuns de softwares.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Aplicações</span>: Softwares especialistas de modo geral.<br />
Prioridades: reuso interno, manutenção e extensão.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Toolkits, APIs, bibliotecas:</span> Conjunto de classes reutilizáveis de propósito geral. Não impõem design.<br />
Prioridade: amplo reuso de código.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Frameworks</span>: Dita a arquitetura da aplicação. Requer que usuário aprenda o framework e inclua código e configuração.<br />
Prioridade: amplo reuso de design.<br />
Geralmente são fortemente baseados em padrões. Quem conheçe os padrões entende o framework mais facilmente.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O caminho inicial é grande, eu sei, mas é necessário iniciar de algum lugar. Existem padrões de projeto sendo criados o tempo todo, é necessário entender os clássicos antes de se aventurar nos mais novos.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem muitos problemas já resolvidos, não vale a pena perder tempo inventando uma forma &#8220;rápida&#8221; de resolver, vamos usar o conhecimento dos mais experientes. <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Referência</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Erich Gamma et al. Design Patterns: Elements of Reusable<br />
Object-oriented Software. Addison-Wesley, 1995.</p>
<p style="text-align:justify;">METSKER, Steven John. Design Patterns Java Workbook. Addison-Wesley, 2002.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Abraços a todos e até a próxima.</p>
<p>&#8220;<em>A maioria das pessoas tem êxito porque se determinou a tê-lo. Gente medíocre às vezes consegue um sucesso notável simplesmente porque não sabe quando parar.</em>&#8221; George Allen, treinador de futebol americado.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lorival.wordpress.com/174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lorival.wordpress.com/174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lorival.wordpress.com/174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lorival.wordpress.com/174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lorival.wordpress.com/174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lorival.wordpress.com/174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lorival.wordpress.com/174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lorival.wordpress.com/174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lorival.wordpress.com/174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lorival.wordpress.com/174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lorival.wordpress.com/174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lorival.wordpress.com/174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lorival.wordpress.com/174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lorival.wordpress.com/174/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=174&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Certificação Scrum Master, uma farsa?</title>
		<link>http://lorival.wordpress.com/2010/05/11/certificacao-scrum-master-uma-farsa/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 07:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lorivalchapuis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificações]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho ouvido isso nos últimos dias e resolvi fazer alguns levantamentos sobre o assunto. Meu objetivo, neste post, não é acusar nem defender, apenas tentar entender porque este tema está polêmico. Eu e alguns amigos vamos ao Brazil Agile 2010 em Porto Alegre. Terá um post com mais detalhes deste evento, mas resumindo, existirão 2 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=155&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Tenho ouvido isso nos últimos dias e resolvi fazer alguns levantamentos sobre o assunto. Meu objetivo, neste post, não é acusar nem defender, apenas tentar entender porque este tema está polêmico.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Eu e alguns amigos vamos ao <a title="Evento" href="http://www.agilebrazil.com/2010/pt/index.html" target="_blank">Brazil Agile 2010</a> em Porto Alegre. Terá um post com mais detalhes deste evento, mas resumindo, existirão 2 dias (22 e 23 de Junho) para cursos onde dois deles são certificações Scrum. Um é o Scrum Master e outro é o Scrum Product Owner.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Já está lotada a turma de ScrumMaster no evento.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://lorival.files.wordpress.com/2010/05/scrummaster-brazilagile.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-156" title="scrummaster-brazilagile" src="http://lorival.files.wordpress.com/2010/05/scrummaster-brazilagile.jpg?w=300&#038;h=118" alt="" width="300" height="118" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Fiquei impressionado em ver uma certificação sendo feita em dois dias, como disse um amigo: &#8220;Já que é uma metodologia ágil, a formação tem que ser no mínimo ágil&#8221;, hehehe. Brincadeiras aparte, não entendi como funcionava isto e fui fazer algumas pesquisas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Primeiro descobri que o preço da certificação disponibilizada pela <a title="Curso Scrum Master" href="http://www.aspercom.com.br/ead/course/view.php?id=19" target="_blank">Aspercom</a>, empresa que estará fazendo o treinamento no evento Brazil Agile  com profissionais na área, é de R$ 1 800,00 reais para São Paulo. No evento fazendo a inscrição até o dia 17/05 o valor fica em R$ 990,00. Parece muito tentador não? Também achei.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Pelo que eu tenho de informação não existe uma prova para avaliar o aluno após 2 dias, ou seja, você assiste 2 dias de aula e recebe o certificado de &#8220;Mestre em Scrum&#8221;. Muito legal, mas um tanto quanto questionável. Isto vem gerando bastante polêmica, veja o que diz a <a title="Discussão sobre o assunto" href="http://improveit.com.br/scrum/certificacao" target="_blank">improvit</a> e <a title="Esclarecimentos sobre o assunto" href="http://www.conhecimentoeti.com/2009/09/certificacao-scrum.html" target="_blank">conhecimentoeti</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Penso que vale muito a pena fazer um curso para adquirir conhecimento e aplicar em nossos ambientes de trabalho, mas não parece confiável conferir uma certificação a uma pessoa em apenas 2 dias de curso. Penso que existem muitas pessoas que já trabalham como Scrum Master e vivenciam isso no seu dia-a-dia. Para elas a certificação é uma complementação e reconhecimento de seu esforço, mas e as pessoas que nem se quer conhecem a metodologia Scrum? Você como recrutador chamaria uma pessoa apenas por ter o &#8220;título&#8221; de Scrum Master? No final penso que muitos chamariam, pois nosso mercado ainda valoriza mais os títulos do que as técnicas dos profissionais e isto é uma pena.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Bom, embora o título deste post iniciou polêmico, a idéia não é provocar quem fez ou irá fazer a certificação e sim apenas esclarecer um pouco mais sobre o assunto levantando a questão: &#8220;Vale a pena fazer a certificação apenas para dizer que sou um Scrum Master?&#8221;, “Quanto vale gastar este dinheiro todo para o reconhecimento?” ou até “Conhecimento por conhecimento não valeria fazer um curso sem a certificação por ter um preço menos elevado ou comprar um livro?”. Confesso que eu fiquei tentando em fazê-la, até pesquisar um pouco mais sobre o assunto. Um post é pouco para expor tudo, mas eu desisti de fazer NESTE MOMENTO. No futuro quem sabe. Talvez até lá várias questões e polêmicas já tenham acabado.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Abraços a todos e até a próxima.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>A principal responsabilidade de um lider é definir a realidade</em>&#8220;. Max DePree, Consultor empresarial e escritor</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lorival.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lorival.wordpress.com/155/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lorival.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lorival.wordpress.com/155/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lorival.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lorival.wordpress.com/155/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lorival.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lorival.wordpress.com/155/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lorival.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lorival.wordpress.com/155/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lorival.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lorival.wordpress.com/155/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lorival.wordpress.com/155/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lorival.wordpress.com/155/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=155&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>

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			<media:title type="html">scrummaster-brazilagile</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Invasão Cracker Turca: 1923Türk</title>
		<link>http://lorival.wordpress.com/2010/05/07/invasao-turca-1923turk/</link>
		<comments>http://lorival.wordpress.com/2010/05/07/invasao-turca-1923turk/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 May 2010 20:14:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lorivalchapuis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lorival.wordpress.com/?p=141</guid>
		<description><![CDATA[Esta semana a empresa em que trabalho foi invadida por crackers Turcos. O cracker, chamado TheEnd pertence a um grupo chamado 1923Türk. Segundo o site deles, com uma tradução pelo google, diz que são um grupo ou organização sem fins lucrativos que utilizam disciplina militar, amor a pátria e a bandeira para efetuar todos os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=141&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Esta semana a empresa em que trabalho foi invadida por crackers Turcos. O cracker, chamado TheEnd pertence a um grupo chamado 1923Türk.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo o <a title="Site do grupo" href="http://www.1923turk.com/" target="_blank">site deles</a>, com uma <a title="Tradução pelo google" href="http://translate.google.com.br/translate?u=http%3A%2F%2Fwww.1923turk.c  om%2F&amp;sl=tr&amp;tl=pt&amp;hl=&amp;ie=UTF-8" target="_blank">tradução pelo google</a>, diz que são um grupo ou organização sem fins lucrativos que utilizam disciplina militar, amor a pátria e a bandeira para efetuar todos os tipos de ataques virtuais. Eles atacam segundo o Marechal do grupo que desenvolve as atividades de acordo com os comandantes.</p>
<p><a href="http://lorival.files.wordpress.com/2010/05/1923turk.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-144" title="1923Turk" src="http://lorival.files.wordpress.com/2010/05/1923turk.jpg?w=230&#038;h=147" alt="" width="230" height="147" /></a>Basicamente o ataque, aqui na empresa, teve os seguintes efeitos:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Alteração da página Index.html pela página ao lado.</li>
<li>Alteração da senha da área administrativa do site, que utiliza o Joomla.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">O site está hospedado no locaweb e não parece ser um ataque de força bruta, embora o Joomla não proteja disso (na versão utilizada hoje). Existem outros hotsites no mesmo local, mas os mesmos não tiveram alteração nenhuma. A empresa não foi um alvo direcionado ou &#8220;ataque direto&#8221; nos termos de segurança e sim de uma, ao que parece, falha de segurança ou no Joomla ou no Locaweb.</p>
<p style="text-align:justify;">De forma resumida, o ataque de força bruta normalmente é usado em ataques diretos quando se está sem alternativa para invasão. Como o ataque a empresa aqui não se caracteriza como direto devido aos danos então a forma de ataque deve ter sido através de brechas de segurança.</p>
<p style="text-align:justify;">O Joomla permite colocar vários componentes de terceiros que podem vir com falhas de segurança. Quanto mais componentes, mais probabilidades de falhas o site possuí.</p>
<p>Para restaurar a ordem no site, foi tomado as seguintes medidas:</p>
<ol style="text-align:justify;">
<li>Entrar através do PhpMyAdmin e pegar a senha hash da nova senha que o invasor colocou;</li>
<li>Colocar no <a title="Post sobre o decrypter md5" href="http://lorival.wordpress.com/2010/05/04/descriptografar-md5-hash/" target="_blank">decrypter</a> e pegar a senha.</li>
<li>Entrar no sistema com a senha do cracker e alterar todas as senhas novamente;</li>
<li>Acessar o ftp do site e restaurar o index.html original.</li>
</ol>
<p style="text-align:justify;">Quem efetuou estes passos foi Bruno Rollin, que foi quem me passou o site do decrypter md5.</p>
<p style="text-align:justify;">Os danos foram mínimos e o site voltou rapidamente ao normal, o pior é saber como se proteger da próxima, talvez pesquisar por módulos não confiáveis e removê-los do Joomla seja uma primeira saída. O ataque atingiu outros sites também, alguns eles não colocam a imagem somente um texto, como se pode ver no site do <a title="Site do Ministério" href="http://www.minec.gov.mz/content/view/296/140/" target="_blank">Ministério dos Negócios estrangeiros e cooperação de Moçambique (Segue imagem).</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://lorival.files.wordpress.com/2010/05/1923turk2.jpg"><img title="1923Turk2" src="http://lorival.files.wordpress.com/2010/05/1923turk2.jpg?w=216&#038;h=143" alt="" width="216" height="143" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Até</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Afogado em dados, mas à míngua de informações</em>&#8220;. Ruth Stanat, consultor empresarial</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lorival.wordpress.com/141/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lorival.wordpress.com/141/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lorival.wordpress.com/141/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lorival.wordpress.com/141/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lorival.wordpress.com/141/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lorival.wordpress.com/141/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lorival.wordpress.com/141/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lorival.wordpress.com/141/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lorival.wordpress.com/141/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lorival.wordpress.com/141/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lorival.wordpress.com/141/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lorival.wordpress.com/141/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lorival.wordpress.com/141/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lorival.wordpress.com/141/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=141&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">lorivalchapuis</media:title>
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		<media:content url="http://lorival.files.wordpress.com/2010/05/1923turk.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">1923Turk</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://lorival.files.wordpress.com/2010/05/1923turk2.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">1923Turk2</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Vale a pena fazer certificação?</title>
		<link>http://lorival.wordpress.com/2010/05/05/vale-a-pena-fazer-certificacao/</link>
		<comments>http://lorival.wordpress.com/2010/05/05/vale-a-pena-fazer-certificacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 May 2010 17:24:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lorivalchapuis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificações]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um assunto polêmico para vários profissionais. Para algumas empresas é simples: se o profissional tem uma certificação significa que um bom conhecimento naquele assunto ele tem, mas nem sempre é assim. Existem inúmeros profissionais sem certificação que são excelentes e dão show em muitos certificados, independente em qual área tecnológica. Isto normalmente acontece [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=134&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Este é um assunto polêmico para vários profissionais. Para algumas empresas é simples: se o profissional tem uma certificação significa que um bom conhecimento naquele assunto ele tem, mas nem sempre é assim.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem inúmeros profissionais sem certificação que são excelentes e dão show em muitos certificados, independente em qual área tecnológica. Isto normalmente acontece devido a experiência na área.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora e quem não tem experiência? como provar que sabe alguma coisa? Muitos estão iniciando agora na área de computação (ou outra até) e conhecem bem alguns assuntos mas não tem nada para comprovar. A certificação ajuda bastante neste ponto, pois &#8220;tenta&#8221; provar de alguma forma que o profissional conhece aquilo.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas e os <a title="TestKing" href="http://www.testking.com/" target="_blank">TestKing</a>? O que é isto? Caro leitor, sinto informar, caso você não saiba, que muitas pessoas fazem as provas de certificação em inúmeras áreas da tecnologia e vendem as respostas na internet. Isto quer dizer que qualquer pessoa pode comprar as respostas, decorar e passar.</p>
<p style="text-align:justify;">Quer pior? Tem sites que isto é disponibilizado de graça. E aí eu pergunto? E agora José? hehehe&#8230; Este currículo na sua frente com estas 10 certificações ou apenas uma é real? o profissional sabe mesmo? Você vai confiar no que está escrito e trazer ele como um grande fera em sua equipe senhor coordenador de equipe ou responsável  pelas contratações.</p>
<p style="text-align:justify;">Entendo que é uma condição difícil e complicada de tratar. Acredito que a melhor forma seja realmente aqueles testes chatos, são chatos mesmos, mas importantíssimos em uma contratação. Lá você vai saber se a pessoa sabe ou não.</p>
<p style="text-align:justify;">Como tudo na vida, ou quase para não ser ortodoxo, existem 2 lados. Tem o lado bom, para quem está iniciando ou já é um profissional e quer um reconhecimento sobre suas habilidades e o lado ruim, para aqueles que forjam uma certificação ou simplesmente não as tem mas são muito melhores do que aquelas que possuem.</p>
<p style="text-align:justify;">Tem também o lado de fazer uma certificação e não trabalhar na área posteriormente (aconteceu comigo em Linux), mas conhecimento é sempre bem vindo.</p>
<p style="text-align:justify;">No fim eu ainda defendo as certificações para o mercado de trabalho e, embora, conheço duas pessoas que utilizaram de testking para passar em uma prova específica, conheço várias empresas que dão muito valor a esta pequena prova.</p>
<p style="text-align:justify;">Para fazer uma última observação e finalizar meu pensamento, vejo da seguinte forma: Você leitor quer fazer uma certificação está neste chove e não molha. Será que faço, será que não faço. Tire o fato de alguêm querer ver este certificado e o fato de outras pessoas falcificarem, o que sobre? Sobra o conteúdo a ser aprendido. Este penso ser o mais importante de todos. Mesmo que as empresas não reconheçam mais as certificações, por n motivos, e façam aquela prova para testar seu conhecimento você passará, ou pelo menos terá muito mais changes porque VOCÊ CONHECE.</p>
<p style="text-align:justify;">Não sei bem como são as outras certificações, mas as duas que tirei da Microsoft tinham um conteúdo excelente. Você pode comprar o livro (self-tranning) no <a onclick="return mugicPopWin(this,event);" oncontextmenu="mugicRightClick(this);" title="E-Commerce!" href="http://www.amazon.com" target="_blank">Amazon</a>, ganhar um desconto para a prova, um conhecimento excelente comparado a outros livros e uma certificação dizendo que você conhece aquele conteúdo, se passar é claro. Mas o mais importante, na minha opinião, é o conhecimento aprendido.<br />
<a title="Outra discussão!" href="http://imasters.uol.com.br/artigo/16793" target="_blank"><br />
Segue um link que faz uma discussão parecida</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Abrs a todos e até a próxima</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>As pessoas podem ser divididas em 2 grupos: as que vão adiante e fazem algo e as que ficam paradas e perguntam: Por que isso não foi feito de outro modo?</em>&#8221; Oliver Wendell Holmes, escritor americano</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lorival.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lorival.wordpress.com/134/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lorival.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lorival.wordpress.com/134/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lorival.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lorival.wordpress.com/134/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lorival.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lorival.wordpress.com/134/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lorival.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lorival.wordpress.com/134/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lorival.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lorival.wordpress.com/134/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lorival.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lorival.wordpress.com/134/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=134&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Descriptografar md5 (hash)</title>
		<link>http://lorival.wordpress.com/2010/05/04/descriptografar-md5-hash/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 20:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lorivalchapuis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi de um amigo,  Bruno Rollin, o link de um site que descriptografa senhas md5 . Fiquei pasmo na hora, pensei comigo: não pode, ou algo está errado ou está foi uma enorme revolução em decriptografia. Para quem não conhece o Message-Digest algorithm 5 (MD5) é um algoritmo que criptografa dados resultando em um hash [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=127&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Recebi de um amigo,  Bruno Rollin, o link de um <a title="Decriptador md5" href="http://www.md5decrypter.com/" target="_blank">site que descriptografa senhas md5</a> . Fiquei pasmo na hora, pensei comigo: não pode, ou algo está errado ou está foi uma enorme revolução em decriptografia.</p>
<p style="text-align:justify;">Para quem não conhece o Message-Digest algorithm 5 (MD5) é um algoritmo que criptografa dados resultando em um hash de 128 bits. Ele é uma via de apenas uma mão, não tendo volta. Não vou entrar em detalhes, <a title="O que é?" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MD5" target="_blank">aqui tem uma explicação da wikipedia</a> para quem quer saber mais. Isto significa que uma vez criptografado um dado com MD5, nunca mais consegue voltar para o valor original.</p>
<p style="text-align:justify;">A aplicação mais comum disso é em um sistema de login. A senha de usuário é gravada como hash na base de dados. Quando existe uma tentativa de login, criptografa-se a senha digitada e compara com a senha da base. Se for iguais então a senha é correta.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://lorival.files.wordpress.com/2010/05/decript-md5.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-130" title="decript-md5" src="http://lorival.files.wordpress.com/2010/05/decript-md5.jpg?w=300&#038;h=226" alt="" width="300" height="226" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Mas como funciona aquele site que recebi? Simples, ele não descriptografa nada. Lá mesmo está escrito que eles possuem uma base de dados com mais de 6,002,974, atualmente. Isto desde dezembro de 2005.  Para uma pesquisa mais rápida, o sistema pode usar um dicionário indexado com as senhas hashes, ou seja, é feito uma pesquisa por sua palavra criptografada na base de criptografias deles.  Se você tiver sorte ou azar pode ser que sua senha esteja por lá.</p>
<p style="text-align:justify;">Isto pode ser útil em alguma caso de perda de senha PRÓPRIA ou para testes de DESENVOLVIMENTO.</p>
<p style="text-align:justify;">Abrs a todos e bom uso.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>A coragem não é a ausência do medo, mas a noção de que há outra coisa mais importante.</em>&#8221; Ambrose Redmoon, filósofo americano</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lorival.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lorival.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lorival.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lorival.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lorival.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lorival.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lorival.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lorival.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lorival.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lorival.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lorival.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lorival.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lorival.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lorival.wordpress.com/127/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=127&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">lorivalchapuis</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://lorival.files.wordpress.com/2010/05/decript-md5.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">decript-md5</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Projeto para reconhecimento de voz com redes neurais artificiais</title>
		<link>http://lorival.wordpress.com/2010/05/03/projeto-para-reconhecimento-de-voz-com-redes-neurais-artificiais/</link>
		<comments>http://lorival.wordpress.com/2010/05/03/projeto-para-reconhecimento-de-voz-com-redes-neurais-artificiais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 23:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lorivalchapuis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meus Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[O reconhecimento de voz vem crescendo bastante e várias técnicas podem ser utilizadas para seu desenvolvimento. Existem várias formas, ferramentas e métodos para isto, mas uma proposta tentadora é a utilização das redes neurais artificiais para o reconhecimento de voz. Por que? Uma rede neural não é programada, não resulta em respostas exatas e não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=116&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O reconhecimento de voz vem crescendo bastante e várias técnicas podem ser utilizadas para seu desenvolvimento.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Existem várias formas, ferramentas e métodos para isto, mas uma proposta tentadora é a utilização das redes neurais artificiais para o reconhecimento de voz. Por que?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Uma rede neural não é programada, não resulta em respostas exatas e não possui uma formula mágica para desenvolvimento. Uma rede é modelada e treinada para aprender a reconhecer padrões eficientemente. A voz é um sinal acústico que pode ser tratada até transformá-la em dados. Estes dados possuem padrões que por sua vez podem ser tratados por uma rede neural artificial. Agora vem a pergunta: Será que uma rede sneural artificial seria eficaz no reconhecimento de voz?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Existem alguns projetos nesta linha de pesquisa mundo afora e esta é minha proposta para o trabalho de conclusão de curso para Engenharia de Computação.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O trabalho vai um pouco além de um sistema para reconhecimento de voz, na verdade será desenvolvido um conjunto de bibliotecas para manipulação da voz e das redes neurais.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a title="Projeto em pdf" href="http://lorival.files.wordpress.com/2010/05/tcc-projeto.pdf" target="_blank">Este link possui o projeto completo</a>. Conforme for evoluíndo vou postando os resultados aqui.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Até agora tenho funcionando um protótipo, escrito em C#, que converte, em tempo real, o sinal analógico captado por um microfone, em dados. É necessário reconhecer o &#8220;som do silêncio&#8221; que é o som padrão do ambiente. O som do silêncio foi captado, transformado em dados e aplicados em uma simulação de redes naurais no Matlab 2008R2 e o acerto no  reconhecimento da  foi de 99,9998%. Este número deverá cair quando passar para as palavras, mas já começou muito bem.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Abraços e até a próxima.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8216;<em>A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória   propriamente dita.</em>&#8216; (Mahatma Gandhi)</p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lorival.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lorival.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lorival.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lorival.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lorival.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lorival.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lorival.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lorival.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lorival.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lorival.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lorival.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lorival.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lorival.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lorival.wordpress.com/116/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=116&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Padrões de projetos / Design Pattern &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://lorival.wordpress.com/2010/04/29/design-pattern-ou-padroes-de-projetos-parte-1/</link>
		<comments>http://lorival.wordpress.com/2010/04/29/design-pattern-ou-padroes-de-projetos-parte-1/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 19:32:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lorivalchapuis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Padrões de projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Este é um assunto muito importante para desenvolvedores e analistas e não tão difundido quanto deveria em nosso mercado de softwares. Afinal, o que é um design pattern?  Porque aprender? Para que serve? Quais são? Como se classificam? Como criar um? E aplicar? Estas questões e outras serão tratadas em uma sequência de posts, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=85&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Introdução</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Este é um assunto muito importante para desenvolvedores e analistas e não tão difundido quanto deveria em nosso mercado de softwares. Afinal, o que é um design pattern?  Porque aprender? Para que serve? Quais são? Como se classificam? Como criar um? E aplicar?</p>
<p style="text-align:justify;">Estas questões e outras serão tratadas em uma sequência de posts, que inicia hoje. Este será apenas uma introdução, porém iremos ver detalhadamente os principais padrões de projetos usados atualmente.</p>
<p style="text-align:justify;">Os posts terão como objetivo central apresentar somente as informações mais importantes e relevantes ao assunto. É claro que não é possível apresentar tudo, fica muito cansativo para o leitor. Para se aprofundar no assunto existem vários livros como o <a title="Compre o livro!" href="http://compare.buscape.com.br/use-a-cabeca-padroes-de-projetos-design-patterns-2-ed-revisada-freeman-elisabeth-9788576081746.html" target="_blank">Use a cabeça</a> que obteve vários <a title="Veja os elogios!" href="http://altabooks.tempsite.ws/capitulos_amostra/ucapadroes2.pdf" target="_blank">elogios</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>O que é um padrão? E Design Pattern?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">De modo geral, o que é um padrão? Segundo nosso amigo <a title="Definição!" href="http://www.dicionariodoaurelio.com/dicionario.php?P=Padrao" target="_blank">Aurélio</a> é uma: “Metrologia Grandeza-tipo que serve para definir uma unidade. / Modelo-tipo legal dos pesos e das medidas. / Tipo, modelo.”</p>
<p style="text-align:justify;">Poderíamos simplificar dizendo que é uma forma ou modelo testado e documento para alcançar um objetivo específico. Os padrões são comuns em várias áreas da engenharia.</p>
<p style="text-align:justify;">E o que é um padrão de projeto ou design pattern? São padrões usados na engenharia de software aplicado ao desenvolvimento de software, independente da linguagem ou ferramenta a ser utilizada. A maioria das aplicações de design pattern acontece em linguagens orientadas a objetos pois é onde ocorre em sua totalidade, mas nada impede de ser aplicada (alguns padrões) em qualquer linguagem.  Uma definição simplificada ao extremo seria: um  design pattern é uma solução padrão para um problema recorrente</p>
<p style="text-align:justify;">Um padrão de projeto apresenta:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Objetivo: para que ele serve;</li>
<li>Problema: O que ele resolve;</li>
<li>Solução: Como ele resolve;</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Os padrões de projetos foram inspirados em <a title="Comunidade que trata de padrões de projetos para arquitetura e vende o livro!" href="http://www.patternlanguage.com/" target="_blank">“A Pattern Language”</a> de <a title="Detalhes sobre o arquiteto!" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Christopher_Alexander" target="_blank">Christopher Alexander </a>, que é um matemático, urbanista e arquiteto na Áustria. Neste livro é tratado padrões para arquitetura de cidades, casas e prédios.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre 1991 e 1994, Erich Gamma, Richard Helm, Ralph Johnson e John Vlissides, coletivamente conhecidos como ‘Gang of Four’, utilizaram suas perícias para escrever o livro <a title="Detalhes do livro em inglês!" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Design_Patterns" target="_blank">Design patterns: elements of reusable object-oriented software </a>. Esse livro descreve 23 padrões de projeto, cada um fornecendo uma solução a um problema comum de projeto de software na indústria. O livro agrupa os padrões de projeto em três categorias:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Padrões de projeto criacionais: descrevem as técnicas para instanciar objetos ou grupos de objetos;</li>
<li>Padrões de projeto estruturais: permitem que os projetistas organizem classes e objetos em estruturas maiores;</li>
<li>Padrões de projeto comportamentais: atribuem responsabilidades a classes e objetos.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Outras definições para padrões:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Cada padrão descreve um problema que ocorre repetidas vezes em nosso ambiente, e então descreve o núcleo da solução para aquele problema, de tal maneira que pode-se usar essa solução milhões de vezes sem nunca fazê-la da mesma forma duas vezes</em>&#8221; Christopher Alexander, sobre padrões em Arquitetura</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Os padrões de projeto são descrições de objetos que se comunicam e classes que são customizadas para resolver um problema genérico de design em um contexto específico</em>&#8221; Gamma, Helm, Vlissides &amp; Johnson, sobre padrões em software</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Porque aprender padrões de projeto ou design pattern?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">São inúmeros os motivos para usá-los, mas segue alguns:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Experiência: Um pattern foi testado e homologado por várias pessoas e isto significa que não precisa quebrar a cabeça pensando em uma solução para um problema já que ela existe e já foi testada por várias pessoas da área.</li>
<li>Comunicação: Se comunicar com outros profissionais, da área, utilizando nomes padrões facilita muito a troca de conhecimento.</li>
<li>Aplicação: Os 23 padrões clássicos utilizam as melhores práticas em orientação a objetos para resolução dos problemas.</li>
<li>Qualidade: Os padrões utilizam eficientemente herança, polimorfismo, modularidade, composição, e abstração para construir código reutilizável, eficiente, de alta coesão e baixo acoplamento.</li>
<li>Manutenção: Desenvolvedores que conhecem design pattern conseguem trabalhar com mais facilidade em um software que o utiliza.</li>
<li>Conhecimento: &#8220;As pessoas que estão aprendendo POO freqüentemente reclamam que os sistemas com os quais trabalham usam herança de forma convoluida e que é difícil de seguir o fluxo de controle. Geralmente a causa disto é que eles não entendem os padrões do sistema&#8221; [GoF]</li>
<li>Eficiência: Aprender os padrões ajuda um novato interagir e em muitos casos agir como especialista.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Apenas para constar: padrão de projeto é uma tradução de design pattern, por isto em alguns lugares do texto está escrito ora um, ora outro ou os dois. Isto se deve ao fato de as buscas serem por tanto um assunto quanto o outro e desta forma é possível atender as duas alternativas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Bom, hoje vimos o que é e alguns “porquês” da utilização de padrões de projetos. Isto não é novidade, não foi criado ontem. Tem mais de 10 anos e mesmo assim pouquíssimo dos desenvolvedores que conheço aplicam design pattern em seu dia-a-dia. Espero que os próximos posts, iniciando com este, ajude você leitor a conhecer esta área da engenharia de software, não importando se é desenvolvedor, analista ou um entusiasta. É imprescindível que conheçamos e aplicamos os padrões nos sistemas que construímos, evoluindo assim cada dia mais e mostrando que software não é apenas fazer funcionar, é preciso ser eficiente.</p>
<p style="text-align:justify;"><a title="Padrões de projetos / Design Pattern - parte 2" href="http://lorival.wordpress.com/2010/05/14/padroes-de-projetos-design-pattern-parte-2/" target="_self">Link para parte 2</a></p>
<p style="text-align:justify;">Abraços a todos e até a próxima.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>“Tenho mais medo de um exército de 100 ovelhas chefiado por um leão do que um exército de 100 leões chefiados por uma ovelha.” Talleyrand, político francês.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/lorival.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/lorival.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/lorival.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/lorival.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/lorival.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/lorival.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/lorival.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/lorival.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/lorival.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/lorival.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/lorival.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/lorival.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/lorival.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/lorival.wordpress.com/85/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lorival.wordpress.com&amp;blog=8281846&amp;post=85&amp;subd=lorival&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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